Bispo de Poitiers, combateu com grande determinação a
heresia do arianismo que negava a divindade de Cristo, circunstância que levou
o imperador Constâncio II a exilá-lo. É Doutor da Igreja desde 1851 e autor de
um célebre “Tratado sobre a Trindade”.
1 Samuel 1,1-8 ; Sal115,12-19 ; Marcos 1,14-20
A URGÊNCIA DO REINO (Marc.1,14-20). Não há tempo a perder ! Depois
da prisão de João Baptista, Jesus inicia a Sua espinhosa missão pública. Logo
que proclama a Boa-Nova, Ele chama os quatro primeiros discípulos. Eles
seguem-nO sem hesitar. Jesus urge-nos. A parada é muito elevada. Que
felicidade, pensa Ele, quando todos os homens se converterem, acreditarem e O
seguirem sem olharem para trás. Felizes os que respondem rapidamente a Cristo.
Sempre que formos tentados a colocar um travão aos Seus apelos, deponhamos a
Seus pés as dificuldades para deixarmos os nossos ídolos e faltas de fé, as
nossas recusas em lhE darmos tudo, e supliquemos-lhe que nos ajude.
“Completaram-se os tempos”. “Completou-se o tempo”,
significa que já não se devem esperar coisas preparatórias e, por isso,
passageiras e caducas. Eis a razão porque o apelo de Cristo é tão urgente. A
partir de Cristo, tudo recebe d'Ele fundamento explícito e tudo pode, por isso,
orientar-se para o seu autêntico fim. Esta é a razão porque nos é possível
responder ao apelo de Cristo, que continua a procurar companheiros - que se
identifiquem com Ele - para O Reino que se anuncia como Boa Nova.
Simão, André, Tiago e João escutaram e revolucionaram a sua
vida com Jesus. Porque não o farei eu também ?